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Iniciar um negócio? Um contabilista pode salvar-lhe a vida.

5 de Maio de 2019 by Marco Leave a Comment

Contabilista: timoneiro do empreendedorismo.

Se pensa num contabilista, como alguém que se limita a inserir números em formulários e folhas de cálculo, está enganado. O contabilista é como o navegador de um navio, conhecedor de todas as correntes e baixios diante da proa, e será capaz como ninguém de o aconselhar quanto à melhor rota que deve tomar.Antes que a burocracia o leve ao desespero, contrate um contabilista.

Iniciar um negócio – o seu negócio – começa com uma ideia, um sonho, e com certeza deseja ser capitão do seu navio e levar a sua empresa para novos mares e enseadas, novas oportunidades de negócio e sustentabilidade a longo prazo. Se pretende iniciar o seu negócio, o melhor será fazê-lo com tudo certo desde o início, pois a feroz concorrência do mundo empresarial moderno não se compadece de improvisações ou remedeio.

Como tal, antes de iniciar o seu negócio e ter de enfrentar a burocracia complexa relacionada com a contabilidade e a fiscalidade, necessita de alguém que o guie em direcção ao sucesso através dessas marés empresariais traiçoeiras.

Esperamos então que este artigo o ajude a descobrir o que pode um contabilista fazer pelos seus sonhos.

Um dia crio o meu próprio negócio!

Antes desse dia chegar, o melhor é já ter contactado um gabinete de contabilidade para o auxiliar, principalmente se a área numérica não é consigo.

Qualquer capitão, muito antes de levantar a âncora, já tem informação precisa quanto ao percurso que irá tomar. Nenhum navio parte às cegas, e o melhor para o seu negócio será ter um contabilista competente para o aconselhar, já que este profissional estará capacitado para:

– Aconselhar sobre qual o tipo de empresa que deve constituir (sociedade unipessoal, por quotas ou anónima, versus profissional liberal e empresários em nome individual);Com o contabilista certo, o seu sucesso seria fácil até para um bebé.

– Informar correctamente quanto às regras que regem a sua actividade económica;

– Ajudar a desenhar um plano de negócio capaz de atrair o investimento que necessita para arrancar;

– Conduzir a criação e implementação de software e boas práticas contabilísticas;

– Organizar devidamente a sua declaração de impostos para capitalizar os recursos do seu empreendimento;

– Informá-lo de antemão e atempadamente dos procedimentos contabilísticos e fiscais que se aplicam a si.

Iniciar a sua navegação com todos estes pontos clarificados é evitar passar os primeiros tempos do seu negócio perdido entre dúvidas e incertezas, à procura de informações e auxílio. Acima de tudo, é evitar o dissabor de descobrir que pagou mais impostos e obteve menos reembolsos do que teria recebido se tivesse implementado as práticas contabilísticas correctas logo desde o início.

Por tudo isto, contar com o apoio de um contabilista quando inicia um negócio pode significar a diferença entre o sucesso e o fracasso.

Procura-se: contabilista competente e disponível.

Esta não é uma área onde deva ser desleixado. A utilidade de um contabilista é apenas tanta quanto a competência do profissional que contrata, por isso é importante encontrar um gabinete de contabilidade disponível e eficaz: contar logo de início com um contabilista que lhe organize os livros será a maneira mais fácil de poupar dinheiro com… contabilistas.

Afinal, será muito menos oneroso ter desde logo um bom método, do que ter de contratar alguém para uma longa e demorada auditoria que detecte e corrija problemas escondidos em quantidades hercúleas de documentos.

Encontrar uma empresa de contabilidade não lhe será difícil, já que gabinetes de contabilidade estão disponíveis em praticamente todas as povoações. Procure e aconselhe-se, peça referências, e certamente encontrará o contabilista à medida da concretização dos seus negócios.

Na zona de Lisboa e Margem Sul, existem diversas empresas de contabilidade com serviços diversos e à medida dos seus clientes, como é o caso da Numérica. Lidar com todos os números ligados a um negócio pode ser um puzzle demasiado difícil de montar, por isso, se quer organizar a sua contabilidade, lidar com impostos ou simplesmente obter um plano estratégico para a sua empresa, concentre-se naquilo em que é realmente bom, e deixe um contabilista competente resolver-lhe o puzzle.

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Transferência Bancária, Segurança Social: Contas em Dia

26 de Abril de 2019 by olinda de freitas Leave a Comment

O pagamento por transferência bancária da Segurança Social é um dos assuntos abordados no site Economia e Finanças. Os beneficiários portugueses podem receber o pagamento da segurança social pela via presencial ou por correio postal e ainda por transferência bancária, ou seja, pela internet, o que implica o registo prévio no serviço da Segurança Social Directa.

Pagamento da Segurança Social por transferência bancária pela internet implica registo no site da Segurança Social e outros procedimentostransferência bancária

Estando já registado, o beneficiário deverá adoptar como procedimento entrar no serviço da Segurança Social Directa como habitualmente – isto é digitando o seu Número de Identificação de Segurança Social – o NISS – seguido da Palavra-Chave que irá escrever de seguida no próximo campo.

Para a operação de transferência bancária, estando já dentro do portal, o beneficiário deve escolher então a opção “Alterar Número de Identificação Bancária (NIB)” que lhe surge no menu “Dados Identificação”.

Uma vez na área de alteração o passo seguinte será escrever o NIB da conta para onde deseja que a Segurança Social passe a enviar as prestações sociais a que tem direito. Esta informação é imediatamente processada e assumida pelo sistema da Segurança Social.

A adesão ao pagamento por transferência bancária implica o preenchimento do formulário que o beneficiário deverá preencher e imprimir. Trata-se do Modelo MG 02-DGSS referente ao pedido de alteração de morada ou de outros elementos e a este impresso, devidamente preenchido, deverá juntar-se um documento comprovativo do NIB que poderá ser:

  • Declaração bancária onde conste o NIB do beneficiário;
  • Fotocópia da primeira folha da caderneta bancária;
  • Fotocópia de um cheque em branco.

Após o beneficiário reunir toda a informação acima indicada terá de fazê-la chegar à Segurança Social – o que poderá ser feito pelo correio, para os serviços da Segurança Social da sua área de residência, ou através da entrega em mãos em um qualquer serviço de atendimento da Segurança Social.

A propósito, tem conhecimento do relatório mensal de execução orçamental da Segurança Social?

É importante referir que o Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social, IP, disponibiliza o relatório mensal de execução orçamental da Segurança Social podendo ser consultado, neste momento. o referente a julho de 2014.

Este relatório contempla a análise da receita, da despesa e do saldo orçamental relativo ao mês de Julho do corrente ano constatando-se que o saldo global do subsector da Segurança Social regista um excedente acumulado de 266,2 milhões de euros, superior ao registado no período homólogo em 93,9 milhões de euros. Curioso, não é? A justificação para este diferencial decorre, de acordo com o mesmo documento, pelo aumento das contribuições e quotizações em 233,8 milhões de euros e das despesas correntes em 96,0 milhões de euros.

Para saber tudo sobre o relatório disponível, consulte as conclusões neste documento.

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Um pouco de História: desde a troca direta ao marketing digital

6 de Março de 2019 by Sónia Vieira Leave a Comment

Desde tempos mais remotos que o ser humano teve necessidade de desenvolver técnicas e meios económicos apoiados na contabilidade. A passagem do Paleolítico para o Neolítico, veio acompanhada de uma nova forma de vivência em sociedade e de uma renovada organização económica e contabilística.

Munidos das suas casas e dispostos a explorar recursos para prover as suas necessidades, os homens do Neolítico recorriam a sistemas de contabilidade para a contagem do seu património e provisões.

As primeiras civilizações que se desenvolveram no Crescente Fértil, zona da Mesopotâmia (atual Iraque), juntamente com o desenvolvimento de regiões nas costas do Mediterrâneo, como as cidades fenícias, gregas e no norte de África (Cartago) são tidos como os primeiros focos de desenvolvimento económico e de contabilidade.

Devido ao crescente comércio efetuado no Mediterrâneo, as regiões referidas desenvolveram técnicas de comércio altamente rentáveis, começando a utilizar a moeda como meio de facilitação das trocas. Enquanto isso, os escribas, poderosos detentores de tão nobre conhecimento – escrita e contabilidade – ganhavam relevância e estatuto.

 made2web - marketing digital

Mede2web – Agência de Marketing Digital (Alfragide)

A Idade Média e um novo comércio

Com as invasões bárbaras (476 d.C.) , após a apoteose do período clássico greco-romano, assiste-se a uma retração do comércio e mesmo ao seu quase desaparecimento em determinadas regiões do antigo Império Romano do Ocidente.

Por outro lado, mantido o Império Romano do Oriente, com sede em Constantinopla, o comércio continuou a efetuar-se de forma mais ou menos intensiva sendo apoiado pelos especialistas em contabilidade.

Com a estabilidade social e períodos de paz mais ou menos duradouros, foi possível retomar o comércio na Europa e o marítimo e desenvolver meios de contabilidade mais coincidentes como o renascimento da economia.

É deste período a invenção do cheque e a organização dos primeiros bancos, quase sempre nas mãos de grandes companhias comerciais e dos mercadores mais ricos.

A conquista do mundo e o capitalismo financeiro

Depois que os povos – Portugueses e Espanhóis – e mais tarde ingleses e holandeses partiram à conquista do mundo através das navegações nos grandes oceanos, o comércio e as técnicas de contabilidade assumem proporções e progressos como até aí nunca vistos. Antuérpia passa a ser o centro financeiro mais concorrido da Europa.

Pela primeira vez, podemos falar de uma economia à escala planetária, com um acelerado desenvolvimento comercial que parte da Europa para todos os continentes, e de um capitalismo financeiro.

Para controlar todas estas transações foi necessário o desenvolvimento de técnicas de contabilidade para evitar as fugas aos impostos, a corrupção, e o desenvolvimento da economia – investimentos e depósitos.

A moeda é já o meio de troca privilegiado há muito substituindo a troca direta. Por seu turno, proliferam outros instrumentos financeiros, como as companhias de comércio, os bancos e as bolsas de valores.

Da Revolução industrial ao marketing digital

Com o advento da Revolução Industrial, estando a Inglaterra na linha de ponta deste abismal progresso, as antigas formas de contabilidade tornam-se obsoletas e insuficientes.

Desenvolvem-se por toda a Europa, escolas e cursos com especialidades em contabilidade e administração das empresas e gestão de impérios económicos.

O aperfeiçoamento das economias e a globalização permanente das mesmas, conduziu-nos até hoje à formação de sociedades altamente tecnocratas que procuram o sustento de economias altamente rentáveis e inovadores. Estas, obviamente, contam com a alta tecnologia e o avanço da ciência no mundo da contabilidade.

O marketing e outras técnicas de venda, altamente sofisticadas, são hoje os meios através dos quais empresários conseguem uma projeção de longo alcance no mundo económico.

Consulte os melhores na área da contabilidade e os mais eficazes na área do marketing digital e torne-se também num empresário do futuro!

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Os mandamentos do franchising – conheça os passos fundamentais

27 de Janeiro de 2019 by olinda de freitas Leave a Comment

Como criar uma empresaCriar franchising requer preparação

de franchising? O franchising tem vindo a criar cada vez mais adeptos, constitui uma oportunidade de negócio, e há que entender, mais do que as razões do sucesso deste modelo empresarial, como fazê-lo. 

Proceder à criação em regime de franchising exige uma planificação estruturada e bastante cuidadosa à medida das suas capacidades empreendedoras.

Venha conhecer os seis passos fundamentais

  1. Antes de mais: informe-se sobre o sector, as regras, as oportunidades, os eventos nacionais e internacionais. Visite este site.
  2. Faça uma pré-selecção dos conceitos que mais lhe interessam de acordo com o seu perfil e com as oportunidades de negócio que mais o aliciam. Escolha um leque reduzido de opções para que as possa analisar ao pormenor.
  3. Proceda à análise do conceito e do mercado para conhecer a realidade do sector onde quer investir e fazer um estudo pormenorizado do negócio: prestígio da marca, factores que a distinguem da concorrência, público-alvo, taxa de sucesso; e do mercado: potencial de vendas na zona de implementação e condições de acesso.
  4. Faça uma avaliação do franchisador, esclareça dúvidas e pergunte tudo sobre a empresa, as estratégias de expansão, o número de unidades a operar no mercado, a solidez financeira da marca e os sócios.
  5. Analise as condições pormenorizadamente – nomeadamente o equilíbrio entre as condições financeiras e as comerciais face à rendibilidade do negócio. Ainda assim não se limite ao franchisador e efectue a sua própria pesquisa no mercado em questão.
  6. Negocie e feche o contrato – leia bem, claro, antes de assinar e salvaguarde bem os seus interesses. O documento deve especificar tudo o que foi previamente acordado entre ambas as partes e deixar bem claro a zona de exclusividade que vai explorar, assim como as condições de rescisão. Convém, desta feita, que recorra à ajuda, profissional especialista, de um advogado para se certificar que tudo está, e vai, correr bem.

Erros a evitar

Não obstante a aposta no franchising reduzir bastante o risco de fracasso dos projectos empresariais, tome nota dos factores que não podem ser descurados:

  • Não tome a decisão de se tornar um franchisado sem se assegurar antes de que possui um perfil à altura;
  • Nunca parta do pressuposto de que no franchising já está tudo feito e só tem mesmo de abraçar os lucros;
  • Escolha sempre o projecto baseando-se no seu perfil e nunca nos lucros que está a gerar;
  • O mercado nacional é pequeno, portanto tenha bem consciência de que um negócio especializado é um grande risco;
  • Não importe um conceito sem ter contacto, e avaliar, a legislação do país onde o quer implementar;
  • Leve em consideração de que o sucesso do franchising também depende da criação de redes de lojas em todo o território – é por isso fundamental que escolha um conceito com potencial de expansão para fora dos centros urbanos.

Mais informações poderão ser obtidas no Instituto de Informação em Franchising (IIF).

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Estágios profissionais do IEFP: um bom começo!

10 de Dezembro de 2018 by Pedro Silva



Introdução aos Estágios Profissionais do IEFP

Experiência pessoal com a procura de emprego

Já tinha ouvido falar nos estágios profissionais do IEFP, mas nunca tinha dado grande importância ao tema. Até que o meu filho terminou o curso e tentou entrar no mercado de trabalho. Ele respondeu a vários anúncios de emprego e estágios, mas encontrou dificuldades em conseguir uma colocação.

Dificuldades encontradas no mercado de trabalho

A procura de emprego pode ser um desafio, especialmente para jovens recém-formados. As principais dificuldades encontradas incluem:

  1. Falta de experiência: Muitas empresas exigem experiência prévia, o que cria um ciclo vicioso para quem está a começar.
  2. Concorrência elevada: O número de candidatos qualificados para cada vaga é elevado, aumentando a competição.
  3. Expectativas salariais: As expectativas salariais dos jovens podem não estar alinhadas com o que o mercado oferece para posições de entrada.

Um dia, vi um programa na TV que falava sobre os estágios profissionais do IEFP. Referiam as saídas profissionais que proporcionavam e as facilidades para as empresas empregadoras. Disse logo ao meu filho que se informasse melhor sobre as possibilidades abertas pelos estágios profissionais do IEFP.

Quando ele voltou, explicou-me que as empresas tinham grandes benefícios e vantagens em empregar jovens através do programa de estágios profissionais do IEFP. E que até podia ser o próprio estagiário a propor a uma empresa um estágio nesses moldes. Resumidamente, o Estado, através do IEFP, concede uma bolsa de estágio ao estagiário, que varia consoante a escolaridade e as habilitações do mesmo, para compensar a menor remuneração atribuída pela entidade empregadora.

Os estágios profissionais do IEFP revelaram-se uma excelente oportunidade para o meu filho ganhar experiência e entrar no mercado de trabalho. Recomendo a todos os jovens que estejam na mesma posição que tomem a mesma iniciativa. Neste caso, valeu a pena.

Imagem sugerida: Jovens a trabalhar em ambiente de escritório, representando a integração no mercado de trabalho através dos estágios profissionais do IEFP.

Funcionamento dos Programas de Estágios Profissionais do IEFP

Descrição do programa de estágios

Os programas de estágios profissionais do IEFP (Instituto do Emprego e Formação Profissional) são iniciativas que visam facilitar a inserção de jovens no mercado de trabalho. Estes estágios proporcionam uma experiência prática em contexto real de trabalho, permitindo aos estagiários desenvolver competências e adquirir conhecimentos específicos da sua área de formação. O programa é estruturado para durar 12 meses, durante os quais os estagiários têm a oportunidade de mostrar o seu valor e potencial às empresas.

Benefícios para empresas empregadoras

As empresas que participam nos programas de estágios profissionais do IEFP usufruem de várias vantagens:

  • Acesso a jovens qualificados: As empresas podem integrar jovens recém-formados, trazendo novas ideias e energia para a organização.
  • Redução de custos: O Estado comparticipa uma parte significativa da bolsa de estágio, aliviando a carga financeira das empresas.
  • Formação em contexto de trabalho: As empresas têm a oportunidade de formar os estagiários de acordo com as suas necessidades específicas, criando uma força de trabalho alinhada com os seus objetivos.

Possibilidade de proposta de estágio pelo estagiário

Uma característica interessante dos estágios profissionais do IEFP é que os próprios estagiários podem propor um estágio a uma empresa. Este processo envolve:

  1. Identificação de uma empresa de interesse.
  2. Apresentação de uma proposta de estágio à empresa.
  3. Acordo entre a empresa e o estagiário sobre os termos do estágio.
  4. Submissão da candidatura ao IEFP para aprovação.

Esta abordagem proativa permite aos jovens direcionar a sua carreira e escolher empresas onde gostariam de trabalhar, aumentando as suas chances de sucesso.

Bolsa de estágio e compensações

O IEFP concede uma bolsa de estágio aos estagiários, cujo valor varia consoante o nível de escolaridade e as habilitações do candidato. Esta bolsa serve para compensar a menor remuneração atribuída pela entidade empregadora. Além da bolsa, os estagiários podem beneficiar de:

  • Subsídio de alimentação: Para cobrir despesas diárias.
  • Seguro de acidentes de trabalho: Garantindo proteção durante o período de estágio.
  • Transporte: Em alguns casos, pode ser fornecido um subsídio de transporte.

Os programas de estágios profissionais do IEFP representam uma excelente oportunidade tanto para jovens à procura de experiência profissional como para empresas que desejam integrar novos talentos.

Requisitos para Candidatura aos Estágios Profissionais do IEFP

Vantagens para Empresas e Estagiários

Os estágios profissionais do IEFP oferecem uma série de vantagens tanto para as empresas como para os estagiários. Para as empresas, estes programas permitem a contratação de jovens qualificados que trazem novas ideias e energia para o ambiente de trabalho. Além disso, as empresas beneficiam de incentivos financeiros que ajudam a reduzir os custos de contratação.

Para os estagiários, os benefícios são igualmente significativos. Estes programas proporcionam uma oportunidade valiosa para ganhar experiência prática na sua área de estudo, o que pode ser um diferencial importante no mercado de trabalho. Além disso, os estagiários recebem uma bolsa de estágio, que varia conforme o nível de escolaridade e qualificações, garantindo uma remuneração justa durante o período de estágio.

Impacto na Taxa de Desemprego Jovem

Os estágios profissionais do IEFP têm um impacto positivo na redução da taxa de desemprego jovem. Ao facilitar a entrada dos jovens no mercado de trabalho, estes programas ajudam a diminuir o número de jovens desempregados. Segundo dados do IEFP, programas como estes têm contribuído para uma redução significativa na taxa de desemprego jovem em Portugal.

Os benefícios incluem:

  • Experiência prática: Os jovens ganham experiência relevante na sua área de estudo.
  • Redução do desemprego: A taxa de desemprego jovem diminui, pelo menos durante o período do estágio.
  • Formação contínua: Os estagiários têm a oportunidade de continuar a sua formação em contexto de trabalho.

Processo de Candidatura pelas Empresas

O processo de candidatura aos estágios profissionais do IEFP é geralmente conduzido pelas empresas que desejam contratar estagiários. Este processo envolve várias etapas, que incluem:

  1. Identificação da necessidade: A empresa identifica a necessidade de contratar um estagiário.
  2. Preparação da candidatura: A empresa prepara a candidatura, que inclui a descrição do estágio e os requisitos necessários.
  3. Submissão da candidatura: A candidatura é submetida ao IEFP para aprovação.
  4. Seleção do estagiário: Após a aprovação, a empresa seleciona o estagiário que melhor se adequa às suas necessidades.

A intervenção de um gabinete de contabilidade pode ser crucial para garantir a qualidade e celeridade do processo de candidatura. Um gabinete de contabilidade experiente pode ajudar a preparar uma candidatura sólida e a agilizar todo o processo, aumentando as chances de sucesso.

Em resumo, os estágios profissionais do IEFP são uma excelente oportunidade tanto para empresas como para jovens, contribuindo para a redução da taxa de desemprego jovem e proporcionando benefícios mútuos.

Intervenção de Gabinetes de Contabilidade nas Candidaturas

Papel dos contabilistas nas candidaturas

Os contabilistas desempenham um papel crucial nas candidaturas aos estágios profissionais do IEFP. A sua intervenção assegura que todos os requisitos legais e administrativos são cumpridos, facilitando o processo tanto para as empresas como para os estagiários. Entre as suas responsabilidades, destacam-se:

  • Preparação e submissão da candidatura
  • Verificação da elegibilidade da empresa e do estagiário
  • Gestão de documentação necessária
  • Acompanhamento do processo até à aprovação

A experiência e o conhecimento técnico dos contabilistas garantem que as candidaturas são submetidas de forma correta e eficiente, aumentando as chances de sucesso.

Importância da qualidade e celeridade do gabinete de contabilidade

A qualidade e a celeridade do gabinete de contabilidade são fatores determinantes para o sucesso das candidaturas aos estágios profissionais do IEFP. Um gabinete eficiente e bem organizado pode fazer a diferença entre uma candidatura aprovada e uma rejeitada. Alguns pontos a considerar incluem:

  1. Experiência e Conhecimento: Um gabinete com experiência em candidaturas ao IEFP conhece os pormenores e as melhores práticas para garantir a aprovação.
  2. Celeridade: A rapidez na preparação e submissão da candidatura é essencial, especialmente em períodos de alta procura.
  3. Acompanhamento: Um bom gabinete acompanha todo o processo, desde a submissão até à aprovação, mantendo a empresa informada sobre o estado da candidatura.

A escolha de um gabinete de contabilidade competente pode, portanto, ser um investimento valioso para qualquer empresa que pretenda beneficiar dos estágios profissionais do IEFP.

Exemplo de sucesso de uma candidatura

Para ilustrar a importância da intervenção de um gabinete de contabilidade, consideremos um exemplo de sucesso. Um jovem recém-licenciado decidiu propor um estágio profissional a uma empresa onde gostaria de trabalhar. A empresa, interessada na proposta, recorreu ao seu gabinete de contabilidade para agilizar o processo.

O gabinete, com vasta experiência em candidaturas ao IEFP, preparou toda a documentação necessária e submeteu a candidatura em tempo recorde. Em menos de dois meses, o jovem estava a estagiar na empresa. Após um ano de estágio, a empresa decidiu efetivar o jovem, reconhecendo o seu valor e contribuição.

Este exemplo demonstra como a intervenção de um gabinete de contabilidade competente pode transformar uma oportunidade de estágio numa carreira de sucesso. Recomenda-se, portanto, que as empresas e os jovens considerem esta opção ao planear as suas candidaturas aos estágios profissionais do IEFP.

Conclusão: Vantagens dos Estágios Profissionais do IEFP

Resumo das principais ideias

Os estágios profissionais do IEFP representam uma excelente oportunidade tanto para jovens recém-formados quanto para empresas. Este programa oferece uma plataforma onde os jovens podem adquirir experiência prática e as empresas podem beneficiar de mão-de-obra qualificada a um custo reduzido. Através do IEFP, o Estado concede uma bolsa de estágio que varia conforme a escolaridade e as habilitações do estagiário, compensando a menor remuneração atribuída pela entidade empregadora. Este modelo cria um cenário vantajoso para todas as partes envolvidas:

  • Empresas: Obtêm jovens qualificados que podem contribuir significativamente para o negócio.
  • Estagiários: Ganham experiência prática e um vencimento razoável durante 12 meses.
  • Estado: Reduz a taxa de desemprego jovem, pelo menos durante o período do estágio.

Recomendação para jovens

Para os jovens que estão a enfrentar dificuldades em entrar no mercado de trabalho, os estágios profissionais do IEFP podem ser a solução ideal. Recomenda-se que tomem a iniciativa de propor um estágio a empresas onde gostariam de trabalhar. Este tipo de proatividade pode resultar em oportunidades de emprego a longo prazo. Aqui estão alguns passos a seguir:

  1. Pesquisar empresas: Identificar empresas que possam estar interessadas em estagiários.
  2. Preparar uma proposta: Elaborar uma proposta de estágio que destaque as vantagens para a empresa.
  3. Contactar a empresa: Apresentar a proposta e discutir as possibilidades com a empresa.

Imagem sugerida: Jovem a apresentar uma proposta de estágio a um empregador, simbolizando a proatividade na procura de oportunidades.

Tabela de prós e contras dos estágios profissionais

Para facilitar a decisão, aqui está uma tabela que resume os prós e contras dos estágios profissionais do IEFP:

Prós Contras
Experiência prática em contexto real de trabalho Remuneração pode ser inferior ao mercado
Possibilidade de efetivação após o estágio Processo de candidatura pode ser burocrático
Bolsa de estágio concedida pelo Estado Duração limitada a 12 meses
Redução da taxa de desemprego jovem Dependência da qualidade do gabinete de contabilidade

Em suma, os estágios profissionais do IEFP são uma excelente oportunidade para jovens e empresas. Com uma abordagem proativa e bem informada, é possível transformar esta experiência num trampolim para uma carreira de sucesso.

Perguntas Frequentes

O que são os estágios profissionais do IEFP?

Os estágios profissionais do IEFP são programas que visam facilitar a inserção de jovens no mercado de trabalho, proporcionando experiência prática em contexto real de trabalho.

Quais são os benefícios para as empresas que participam nos estágios do IEFP?

As empresas beneficiam de acesso a jovens qualificados, redução de custos através da comparticipação do Estado na bolsa de estágio, e a oportunidade de formar estagiários de acordo com as suas necessidades específicas.

Como funciona a bolsa de estágio do IEFP?

A bolsa de estágio é concedida pelo IEFP e varia consoante o nível de escolaridade e as habilitações do estagiário. Serve para compensar a menor remuneração atribuída pela entidade empregadora.

Os estagiários podem propor estágios a empresas?

Sim, os estagiários podem identificar uma empresa de interesse, apresentar uma proposta de estágio, e submeter a candidatura ao IEFP para aprovação.

Quais são os requisitos para as empresas se candidatarem aos estágios do IEFP?

As empresas devem identificar a necessidade de contratar um estagiário, preparar e submeter a candidatura ao IEFP, e selecionar o estagiário que melhor se adequa às suas necessidades.

Qual é o papel dos contabilistas nas candidaturas aos estágios do IEFP?

Os contabilistas asseguram que todos os requisitos legais e administrativos são cumpridos, facilitando o processo de candidatura e aumentando as chances de sucesso.

Quais são os principais desafios dos estágios profissionais do IEFP?

Os principais desafios incluem a remuneração que pode ser inferior ao mercado, o processo de candidatura que pode ser burocrático, e a duração limitada a 12 meses.

Os estágios do IEFP podem levar a uma efetivação?

Sim, muitos estagiários são efetivados após o término do estágio, especialmente se demonstrarem valor e potencial durante o período de estágio.

Como os estágios do IEFP impactam a taxa de desemprego jovem?

Os estágios do IEFP ajudam a reduzir a taxa de desemprego jovem ao facilitar a entrada dos jovens no mercado de trabalho e proporcionar experiência prática relevante.

Quais são os benefícios adicionais para os estagiários além da bolsa de estágio?

Além da bolsa de estágio, os estagiários podem beneficiar de subsídio de alimentação, seguro de acidentes de trabalho, e em alguns casos, subsídio de transporte.


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Pequenas Empresas: Força Vital da Economia na Europa?

29 de Outubro de 2014 by olinda de freitas Leave a Comment

As pequenas empresas poderão ser, de acordo com o site The Economist, os bancos da Europa – uma alternativa ao financiamento bancário, portanto.

As pequenas empresas surgem como a força vital da economia na Europa 

pequenas empresasCerca de 99% de todas as empresas não-financeiras da União Europeia são pequenas empresas ou PME, ou seja, empresas com menos de 250 trabalhadores e menos de € 50 milhões em volume de negócios anual. São estas pequenas empresas que respondem por 58% do valor acrescentado e 66% dos postos de trabalho. São, por este motivo, mais dependentes do que as grandes empresas sobre a procura doméstica e os empréstimos bancários e sofreram imenso durante a crise do euro: a economia da zona do euro está estagnada.

De resto Nir Klein, do FMI, escreveu recentemente que há uma relação entre o problema de alguns países europeus que tiveram de escapar da recessão e a prevalência das PME nas suas economias.

A economia Europeia começa já a andar e as PME começam a gerar os seus próprios recursos. A questão é que também as pequenas empresas querem mais financiamento externo para, não apenas sobreviver, crescer. Os bancos da Europa estão cheios de dívidas incobráveis ​​e estão a ser forçados a manter mais capital contra empréstimos corporativos – tal constitui empréstimos de risco para as PME.

Os governos nacionais e a União Europeia procuram atrair os bancos a emprestar mais, através de garantias ou de financiamento barato – o que é útil mas pode levar os bancos a emprestar tanto quanto o esperado. Muitos bancos dizem que não é um financiamento barato que falta mas antes o capital para fazer os empréstimos. 

PME da Europa em terreno fértil: conseguirão substituir o financiamento externo dos bancos?

Incentivos fiscais, regulamentação de plataformas de crowdfunding pelos governos nacionais e bancos centrais estimulam o sector privado mas a questão é se tais alternativas conseguem atingir a escala para substituir a parcela de empréstimos bancários convencionais que podem ter desaparecido para sempre, já que constituíam cerca de 10 a 15% do financiamento externo das pequenas empresas em 2013 conforme uma avaliação efectuada por John Ott da Bain & Company, uma empresa de consultoria. 

Também as seguradoras estão a desempenhar um papel importante neste processo de financiamento das pequenas empresas ao comprarem empréstimos às PME fora dos bancos ou ajudando a financiá-los. Está também com força a opção de compra de títulos negociáveis ​​apoiados por grupos de empréstimos emitidos por bancos.

Sob novas regras propostas, os bancos ou as seguradoras que compram estes títulos devem manter mais capital do que relativamente a outros empréstimos de longo prazo. E, a não ser que as regras mudem, os empréstimos às PME desta forma podem, de facto, ser lucrativos o suficiente – tanto para as seguradoras como para as pequenas empresas…

Mais informação sobre este assunto poderá ser encontrada no The Economist.

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